Estamparia do Futuro

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Ok, então você já ouviu os nomes deles – Quadricromia ou simplesmente cromia (CMYK), Cores chapadas ou Vetoriais (Spot Color) e Processos Simulados – mas você sabe a diferença entre eles? Qual é o melhor uso para cada técnica? 

As retículas criadas cuja característica é suavizar a passagem tonal das imagens em diferentes porcentagens, são necessárias para reproduzir um trabalho com qualidade.

Antes de falarmos sobre a separação, é fundamental pensarmos na otimização do processo de confecção e acerto de matriz, lembrando que na estamparia o maior ganho que podemos obter é otimização de tempo. Por isso vamos tocar nesse assunto pouco abordado, a padronização na criação e no acerto do arquivo.

Técnica de impressão que, através de pequenos pontos de retículas, reproduz cores sobrepondo-as. Algumas de suas características são o uso de tintas transparentes e cores primárias (ciano, magenta e amarelo). Ainda que o preto não seja considerado uma cor de cromia, é fundamental no detalhamento do contraste e área de sombra, nas imagens.

Embora seja uma técnica antiga (25 anos ou mais), as estampas em relevo ainda geram muitas dúvidas e curiosidades: Tenho que fazer telas com relevo? Quantos fios a matriz tem que ter? Tem que ter estufa? Posso curar com soprador? Posso curar na prensa? O rodo influencia?

Na serigrafia, as funções do rodo incluem basicamente três aspectos:

  1. Transferir a tinta através tela para o substrato.
  2. Remover o excesso de tinta na tela.
  3. Manter a tela em contato com o substrato durante a impressão.

As propriedades físicas do rodo podem desempenhar um papel decisivo nas funções acima. (Por exemplo, um rodo de alta dureza pode muito bem remover o excesso de tinta, mas não serve para imprimir em substratos irregulares). Então atenção na hora de escolher o seu rodo serigráfico!

6/7